• Plano Pastoral 2016 2017
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Pe. Lucindo António dos Santos Silva

Breve Biografia

Com 11 anos de idadeNasceu a 04/10/1954, em Jovim, Gondomar.

O quarto de 7 irmãos: quatro rapazes e três raparigas.

Filho de Delfim de Oliveira e Silva

e de Joaquina Madalena dos Santos.

O pai é natural de Jovim. Desde garoto: padeiro de profissão.Quando casou exercia a profissão numa padaria do Campo 24 de Agosto. Tocava guitarra e cantava fados: património antigo com 80 anos. Mudou de profissão após o casamento indo trabalhar para o sogro como electricista mecânico numa oficina da Rua Alexandre Herculano. A mãe também ela natural de Jovim, doméstica. Na sua juventude foi mestra-professora tendo ensinado muita gente a ler e escrever. Gostava de teatro e representava bem num salão da mesma rua em que morava, o que lhe valeu algumas repreensões do Sr. Abade.

Em Outubro de 1961 entrou na escola primária da sua rua (era só atravessar a rua), uma casa alugada que de dia era escola e à noite rezava-se o terço com toda a gente do lugar.

Na 2ª classe mudou para outra escola, casa alugada, situada na freguesia de Gondomar. Frequentou a 3ª e 4ª classe numa escola nova a 200 metros de casa, mandada edificar pelo Estado Novo.

Após a escola primária fez exame de admissão à Escola Industrial do Concelho de Gondomar e ao Colégio de Ermesinde. Para se preparar melhor para o exame no Colégio o actual Abade da freguesia convidou-o a fazer novamente a Comunhão Solene.

Durante o curso no SeminárioEm 1966 e 1967 frequentou o Colégio de Trancoso em Vila Nova de Gaia. Fez exame do 2° ano no novíssimo Liceu de Gaia. Em Outubro de 1968 entrou para o Seminário de Vilar onde fez o 4° e 5° ano. O exame do 5° ano foi feito no novíssimo Liceu Garcia da Orta (à Boavista). Ainda com residência no Seminário de Vilar frequentou o 6° e 7° ano no Liceu D. Manuel 11. Em Outubro de 1972 entrou para o Curso de Filosofia do Seminário Maior da Diocese do Porto, tendo ainda por fazer a disciplina de Literatura Portuguesa do curso do liceu.

Em 1973, já no 2° ano de filosofia inscreveu-se no Colégio Almeida Garret junto do melhor professor de literatura da época para fazer a disciplina do liceu. Tanto trabalho para nada, pois em Junho de 1974 ao abrigo da revolução foi-lhe dada nota alta, exposta na pauta do Liceu Garcia da Orta, sem nunca ter feito exame.

Ordenado como Padre (4.º a contar da direita)

Ao terminar o Curso Teológico no Instituto de Ciências Humanas (Seminário da Sé) foi ordenado Diácono a 18 de Junho de 1978. Estagiou na paróquia de Rio Tinto durante um ano e em 17 de Junho de 1979 foi ordenado sacerdote.

Em Agosto de 1979 foi nomeado para a Paróquia de Covelo, Gondomar. Foto em 1979Esteve presente na aquisição do terreno e construção da Igreja Nova de Covelo. Leccionou durante 6 anos a Disciplina de Religião e Moral na Escola Secundária e na do 1° ciclo de Gondomar. Em 13 de Janeiro de 1985 entrou como Pároco nas Paróquias de Covelas e S. Romão do Coronado. Frequentou um curso de Técnicas de Comunicação na Universidade Católica do Porto. Em 07 de Junho de 2002 defendeu tese na Universidade Católica do Porto adquirindo o grau de Licenciatura em Teologia.Colaborou durante o curso de Teologia na Paróquia do Santíssimo Sacramento, Porto.

Trabalhou como responsável das edições na Editora da Diocese tendo impulsionado a Publicação do Boletim de Música Litúrgica e gravação das respectivas músicas. Foto em 2004Nas férias foi guia turístico na Sé Catedral. Durante as férias pediu emprego na Cúria Diocesana, abrindo a porta aos futuros estudantes para uma aprendizagem na elaboração dos processos do Cartório Paroquial.

No último ano do Curso de Pastoral colaborou na Paróquia de Campanhã.

Em 17 de Junho de 2004 celebrou bodas de Prata Sacerdotais, tendo todos os paroquianos e amigos realizado uma festa em sua homenagem.

A 30 de Julho de 2007 foi dispensado da paroquialidade de São Romão do Coronado tendo regressado à sua terra natal.

Tempos livres: prática de todos os desportos, mas o desporto por excelência foi o hóquei em patins, pesca submarina, campismo, natação e tiro desportivo.

Leituras do dia

  • Domingo, dia 26 de Março de 2017 : Livro de 1º Samuel 16,1b.6-7.10-13a.
    Naqueles dias, O Senhor disse a Samuel: «Até quando chorarás por Saul, tendo-o Eu rejeitado, para que não reine mais sobre Israel? Enche a âmbula de óleo e parte. Vou enviar-te a Jessé de Belém, porque escolhi um rei entre os seus filhos». Quando chegou, Samuel viu Eliab e pensou consigo: «Certamente é este o ungido do Senhor». Mas o Senhor disse a Samuel: «Não te impressiones com o seu belo aspecto, nem com a sua elevada estatura, pois não foi esse que Eu escolhi. Deus não vê como o homem: o homem olha às aparências, o Senhor vê o coração». Jessé fez passar os sete filhos diante de Samuel, mas Samuel declarou-lhe: «O Senhor não escolheu nenhum destes». E perguntou a Jessé: «Estão aqui todos os teus filhos?». Jessé respondeu-lhe: «Falta ainda o mais novo, que anda a guardar o rebanho». Samuel ordenou: «Manda-o chamar, porque não nos sentaremos à mesa, enquanto ele não chegar». Então Jessé mandou-o chamar: era ruivo, de belos olhos e agradável presença. O Senhor disse a Samuel: «Levanta-te e unge-o, porque é este mesmo». Samuel pegou na âmbula do óleo e ungiu-o na presença dos irmãos. Daquele dia em diante, o Espírito do Senhor apoderou-Se de David. Então Samuel pôs-se a caminho e regressou a Ramá.
  • Domingo, dia 26 de Março de 2017 : Livro de Salmos 23(22),1-3a.3b-4.5.6.
    O Senhor é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma. Ele me guia por sendas direitas, por amor do seu nome. Ele me guia por sendas direitas, por amor do seu nome. e reconforta a minha alma. Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome. Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos, não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo: o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança. Para mim preparais a mesa à vista dos meus adversários; com óleo me perfumais a cabeça e meu cálice transborda. A bondade e a graça hão-de acompanhar-me todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
  • Domingo, dia 26 de Março de 2017 : Carta aos Efésios 5,8-14.
    Irmãos: Outrora vós éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz, porque o fruto da luz é a bondade, a justiça e a verdade. Procedei como filhos da luz. Procurai sempre o que mais agrada ao Senhor. Não tomeis parte nas obras das trevas, que nada trazem de bom; tratai antes de as denunciar abertamente, porque o que eles fazem em segredo até é vergonhoso dizê-lo. Mas todas as coisas que são condenadas são postas a descoberto pela luz, e tudo o que assim se manifesta torna-se luz. É por isso que se diz: «Desperta, tu que dormes; levanta-te do meio dos mortos, e Cristo brilhará sobre ti».
  • Domingo, dia 26 de Março de 2017 : Evangelho segundo S. João 9,1-41.
    Naquele tempo, Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença. Os discípulos perguntaram-Lhe: «Mestre, quem é que pecou para ele nascer cego? Ele ou os seus pais?». Jesus respondeu-lhes: «Isso não tem nada que ver com os pecados dele ou dos pais; mas aconteceu assim para se manifestarem nele as obras de Deus. É preciso trabalhar, enquanto é dia, nas obras d’Aquele que Me enviou. Vai chegar a noite, em que ninguém pode trabalhar. Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo». Dito isto, cuspiu em terra, fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego. Depois disse-lhe: «Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado». Ele foi, lavou-se e ficou a ver. Entretanto, perguntavam os vizinhos e os que antes o viam a mendigar: «Não é este o que costumava estar sentado a pedir esmola?». Uns diziam: «É ele». Outros afirmavam: «Não é. É parecido com ele». Mas ele próprio dizia: «Sou eu». Perguntaram-lhe então: «Como foi que se abriram os teus olhos?». Ele respondeu: «Esse homem, que se chama Jesus, fez um pouco de lodo, ungiu-me os olhos e disse-me: ‘Vai lavar-te à piscina de Siloé’. Eu fui, lavei-me e comecei a ver». Perguntaram-lhe ainda: «Onde está Ele?». O homem respondeu: «Não sei». Levaram aos fariseus o que tinha sido cego. Era sábado esse dia em que Jesus fizera lodo e lhe tinha aberto os olhos. Por isso, os fariseus perguntaram ao homem como tinha recuperado a vista. Ele declarou-lhes: «Jesus pôs-me lodo nos olhos; depois fui lavar-me e agora vejo». Diziam alguns dos fariseus: «Esse homem não vem de Deus, porque não guarda o sábado». Outros observavam: «Como pode um pecador fazer tais milagres?». E havia desacordo entre eles. Perguntaram então novamente ao cego: «Tu que dizes d’Aquele que te deu a vista?». O homem respondeu: «É um profeta». Os judeus não quiseram acreditar que ele tinha sido cego e começara a ver. Chamaram então os pais dele e perguntaram-lhes: «É este o vosso filho? É verdade que nasceu cego? Como é que ele agora vê?». Os pais responderam: «Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego; mas não sabemos como é que ele agora vê, nem sabemos quem lhe abriu os olhos. Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós». Foi por medo que eles deram esta resposta, porque os judeus tinham decidido expulsar da sinagoga quem reconhecesse que Jesus era o Messias. Por isso é que disseram: «Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós». Os judeus chamaram outra vez o que tinha sido cego e disseram-lhe: «Dá glória a Deus. Nós sabemos que esse homem é pecador». Ele respondeu: «Se é pecador, não sei. O que sei é que eu era cego e agora vejo». Perguntaram-lhe então: «Que te fez Ele? Como te abriu os olhos?». O homem replicou: «Já vos disse e não destes ouvidos. Porque desejais ouvi-lo novamente? Também quereis fazer-vos seus discípulos?». Então insultaram-no e disseram-lhe: «Tu é que és seu discípulo; nós somos discípulos de Moisés. Nós sabemos que Deus falou a Moisés; mas este, nem sabemos de onde é». O homem respondeu-lhes: «Isto é realmente estranho: não sabeis de onde Ele é, mas a verdade é que Ele me deu a vista. Ora, nós sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aqueles que O adoram e fazem a sua vontade. Nunca se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Se Ele não viesse de Deus, nada podia fazer». Replicaram-lhe então eles: «Tu nasceste inteiramente em pecado e pretendes ensinar-nos?». E expulsaram-no. Jesus soube que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: «Tu acreditas no Filho do homem?». Ele respondeu-Lhe: «Quem é, Senhor, para que eu acredite n'Ele?». Disse-lhe Jesus: «Já O viste: é quem está a falar contigo». O homem prostrou-se diante de Jesus e exclamou: «Eu creio, Senhor». Então Jesus disse: «Eu vim a este mundo para exercer um juízo: os que não veem ficarão a ver; os que veem ficarão cegos». Alguns fariseus que estavam com Ele, ouvindo isto, perguntaram-Lhe: «Nós também somos cegos?». Respondeu-lhes Jesus: «Se fôsseis cegos, não teríeis pecado. Mas como agora dizeis: ‘Nós vemos’, o vosso pecado permanece».