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Pe. Lucindo António dos Santos Silva

Breve Biografia

Com 11 anos de idadeNasceu a 04/10/1954, em Jovim, Gondomar.

O quarto de 7 irmãos: quatro rapazes e três raparigas.

Filho de Delfim de Oliveira e Silva

e de Joaquina Madalena dos Santos.

O pai é natural de Jovim. Desde garoto: padeiro de profissão.Quando casou exercia a profissão numa padaria do Campo 24 de Agosto. Tocava guitarra e cantava fados: património antigo com 80 anos. Mudou de profissão após o casamento indo trabalhar para o sogro como electricista mecânico numa oficina da Rua Alexandre Herculano. A mãe também ela natural de Jovim, doméstica. Na sua juventude foi mestra-professora tendo ensinado muita gente a ler e escrever. Gostava de teatro e representava bem num salão da mesma rua em que morava, o que lhe valeu algumas repreensões do Sr. Abade.

Em Outubro de 1961 entrou na escola primária da sua rua (era só atravessar a rua), uma casa alugada que de dia era escola e à noite rezava-se o terço com toda a gente do lugar.

Na 2ª classe mudou para outra escola, casa alugada, situada na freguesia de Gondomar. Frequentou a 3ª e 4ª classe numa escola nova a 200 metros de casa, mandada edificar pelo Estado Novo.

Após a escola primária fez exame de admissão à Escola Industrial do Concelho de Gondomar e ao Colégio de Ermesinde. Para se preparar melhor para o exame no Colégio o actual Abade da freguesia convidou-o a fazer novamente a Comunhão Solene.

Durante o curso no SeminárioEm 1966 e 1967 frequentou o Colégio de Trancoso em Vila Nova de Gaia. Fez exame do 2° ano no novíssimo Liceu de Gaia. Em Outubro de 1968 entrou para o Seminário de Vilar onde fez o 4° e 5° ano. O exame do 5° ano foi feito no novíssimo Liceu Garcia da Orta (à Boavista). Ainda com residência no Seminário de Vilar frequentou o 6° e 7° ano no Liceu D. Manuel 11. Em Outubro de 1972 entrou para o Curso de Filosofia do Seminário Maior da Diocese do Porto, tendo ainda por fazer a disciplina de Literatura Portuguesa do curso do liceu.

Em 1973, já no 2° ano de filosofia inscreveu-se no Colégio Almeida Garret junto do melhor professor de literatura da época para fazer a disciplina do liceu. Tanto trabalho para nada, pois em Junho de 1974 ao abrigo da revolução foi-lhe dada nota alta, exposta na pauta do Liceu Garcia da Orta, sem nunca ter feito exame.

Ordenado como Padre (4.º a contar da direita)

Ao terminar o Curso Teológico no Instituto de Ciências Humanas (Seminário da Sé) foi ordenado Diácono a 18 de Junho de 1978. Estagiou na paróquia de Rio Tinto durante um ano e em 17 de Junho de 1979 foi ordenado sacerdote.

Em Agosto de 1979 foi nomeado para a Paróquia de Covelo, Gondomar. Foto em 1979Esteve presente na aquisição do terreno e construção da Igreja Nova de Covelo. Leccionou durante 6 anos a Disciplina de Religião e Moral na Escola Secundária e na do 1° ciclo de Gondomar. Em 13 de Janeiro de 1985 entrou como Pároco nas Paróquias de Covelas e S. Romão do Coronado. Frequentou um curso de Técnicas de Comunicação na Universidade Católica do Porto. Em 07 de Junho de 2002 defendeu tese na Universidade Católica do Porto adquirindo o grau de Licenciatura em Teologia.Colaborou durante o curso de Teologia na Paróquia do Santíssimo Sacramento, Porto.

Trabalhou como responsável das edições na Editora da Diocese tendo impulsionado a Publicação do Boletim de Música Litúrgica e gravação das respectivas músicas. Foto em 2004Nas férias foi guia turístico na Sé Catedral. Durante as férias pediu emprego na Cúria Diocesana, abrindo a porta aos futuros estudantes para uma aprendizagem na elaboração dos processos do Cartório Paroquial.

No último ano do Curso de Pastoral colaborou na Paróquia de Campanhã.

Em 17 de Junho de 2004 celebrou bodas de Prata Sacerdotais, tendo todos os paroquianos e amigos realizado uma festa em sua homenagem.

A 30 de Julho de 2007 foi dispensado da paroquialidade de São Romão do Coronado tendo regressado à sua terra natal.

Tempos livres: prática de todos os desportos, mas o desporto por excelência foi o hóquei em patins, pesca submarina, campismo, natação e tiro desportivo.

Leituras do dia

  • Sexta-feira, dia 25 de Maio de 2018 : Carta de S. Tiago 5,9-12.
    Irmãos: Não vos queixeis uns dos outros, a fim de não serdes julgados. Eis que o Juiz está à porta. Irmãos, tomai como modelos de sofrimento e de paciência os profetas, que falaram em nome do Senhor. Nós proclamamos felizes aqueles que foram perseverantes. Ouvistes falar da perseverança de Job e sabeis qual o fim que o Senhor lhe concedeu, porque o Senhor é compassivo e misericordioso. Sobretudo, irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem por qualquer outra coisa. Seja «sim» o vosso sim e «não» o vosso não, para não vos expordes ao julgamento.
  • Sexta-feira, dia 25 de Maio de 2018 : Livro de Salmos 103(102),1-2.3-4.8-9.11-12.
    Bendiz, ó minha alma, o Senhor, e todo o meu ser bendiga o seu nome santo. Bendiz, ó minha alma, o Senhor e não esqueças nenhum dos seus benefícios. Ele perdoa todos os teus pecados e cura as tuas enfermidades. Salva da morte a tua vida e coroa-te de graça e misericórdia. O Senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade; não está sempre a repreender, nem guarda ressentimento. Como a distância da terra aos céus, assim é grande a sua misericórdia para os que O temem. Como o Oriente dista do Ocidente, assim Ele afasta de nós os nossos pecados.
  • Sexta-feira, dia 25 de Maio de 2018 :
  • Sexta-feira, dia 25 de Maio de 2018 : Evangelho segundo S. Marcos 10,1-12.
    Naquele tempo, Jesus pôs-Se a caminho e foi para o território da Judeia, além do Jordão. Voltou a reunir-se uma grande multidão junto de Jesus e Ele, segundo o seu costume, começou de novo a ensiná-la. Aproximaram-se então de Jesus uns fariseus, que, para O porem à prova, Lhe perguntaram: «Pode um homem repudiar a sua mulher?». Jesus disse-lhes: «Que vos ordenou Moisés?». Eles responderam: «Moisés permitiu que se passasse um certificado de divórcio para se repudiar a mulher». Jesus disse-lhes: «Foi por causa da dureza do vosso coração que ele vos deixou essa lei. Mas, no princípio da criação, "Deus fê-los homem e mulher. Por isso, o homem deixará pai e mãe para se unir à sua esposa, e os dois serão uma só carne". Deste modo, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu». Em casa, os discípulos interrogaram-n’O de novo sobre este assunto. Jesus disse-lhes então: «Quem repudiar a sua mulher e casar com outra, comete adultério contra a primeira. E se a mulher repudiar o seu marido e casar com outro, comete adultério».